Clube de Colecionadores III PDF Imprimir E-mail
Faça parte do grupo de Colecionadores do Museu de Arte Moderna: esta edição conta com obras de José Bechara, Ivan Cardoso, Vicente de Mello, Luiz Alphonsus e Paula Trope.

O programa oferece a oportunidade de aquisição de obras exclusivas, assinadas, datadas e com certificado de autenticidade oferecido pelo museu e pelo artista para cada obra. A primeira edição, totalmente esgotada, foi exclusivamente composta de fotografias e contou com a participação dos artistas: Brigida Baltar, Marcos Chaves, Vik Muniz, Rosangela Renó e Rochele Costi. A segunda edição, também esgotada, teve suportes diferenciados (fotografias, tela e papel cartão) e contou com os artistas José Damasceno, Marepe, Artur Barrio, Caetano de Almeida e Adriana Varejão.

A terceira edição do projeto apresenta três fotografias, uma serigrafia e uma impressão em policromia sobre papel. A tiragem é limitada a 100 unidades numeradas, assinadas e datadas.

Participe, o valor da adesão para esta edição é de R$2.500,00 e o pagamento pode ser feito à vista com 10% de desconto (R$2.250,00) ou em até dez parcelas de R$ 250,00. Informe-se através do email Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo .

 

José Bechara
Rio de Janeiro RJ, 1957
Vazio de pernas para o ar
serigrafia

Inicia sua produção no final dos anos 80, e atua desde então no campo da pintura. Desenvolve sua linguagem na utilização diversificada de métodos e materiais, permitindo novas experiências no campo pictórico. No lugar da tela branca, utiliza lonas marcadas por mercadorias, estradas, acidentes e práticas de um universo bem distante do tradicional ofício de pintor. Em 1999, participa da coletiva Anos 90 no Paço Imperial, Rio de Janeiro. Em 2002, participa da XXV Bienal Internacional de São Paulo e Caminhos do Contemporâneo, Paço Imperial, Rio de Janeiro. Em 2005, participa da V Bienal do Mercosul, Porto Alegre. Em 2005, apresenta O Projeto A Casa no XXIX Panorama da Arte Brasileira, MAM SP, São Paulo. Possui obras integrando coleções privadas e públicas, a exemplo da coleção Gilberto Chateaubriand l, João Satamini MAC-Nit, Culturgest, Lisboa, Portugal, coleção Ella Fontanall Cisneros, Miami, Florida, entre outros.

 

Ivan Cardoso
Rio de Janeiro RJ, 1952
Uma vitrine para Man Ray
fotografia

Inventor do “terrir”, gênero do cinema que mistura a tradição cômica brasileira com o filme B americano. É responsável por incontáveis capas de livros e discos, entre eles: Fa-tal, 1972 de Gal Costa, Araçá Azul, 1973 de Caetano Veloso, Me segura que eu vou dar um troço, 1972 de Waly Salomão e Xadrez de Estrelas, 1976 de Haroldo de Campos. Suas fotos, ainda, ilustram as publicações Pólen, Através e Navilouca. A partir de 1970, filma seus primeiros Super-8 Branco, tu és meu e Piratas do sexo voltam a matar. Em 1975, participa do VII Salão de Verão no l. Em 1979, filma o curta-metragem HO, sobre o artista Hélio Oiticica. Em 1981, realiza sua primeira individual Quotidianas Kodak, apresentando fotos e filmes na galeria Saramenha, Rio de Janeiro. Em 1992, participa da mostra A Caminho de Niterói, Paço Imperial, reunindo parte da coleção João Satamini. Em 2006, participa da XXVII Bienal de São Paulo. Em 2007 realiza a exposição Fotoivangrafias e em 2009 Prisioneiro do Rock, com imagens exclusivas de Raul Seixas, ambas no MAM.

 

Vicente de Mello
São Paulo SP, 1967
Trombone Cósmico
fotografia

Publicitário de formação, especializou-se em História da Arte e Arquitetura no Brasil, pela PUC Rio. No final dos anos 80, trabalhou no Instituto Nacional de Fotografia e no antigo Departamento de Fotografia do MAM. No início dos anos 90, é assistente de Reynaldo Roels Jr na curadoria das mostras Desenho Moderno no Brasil, Anos 60 e 70 na Coleção Gilberto Chateaubriand, e A Aventura Modernista, ambas realizadas no l e no Sesi/SP. Em 1994, realiza a individual Topografia Imaginária, Centro Cultural São Paulo. De 1993 a 1998, torna-se o fotógrafo responsável pelo setor de documentação fotográfica do acervo das exposições do l – Coleção Gilberto Chateaubriand. Em 2001, realiza a individual Vermelhos Telúricos, CCBB, Rio de Janeiro e Noite Americana, Galeria Canvas, Porto, Portugal. Em 2006, realiza a individual moiré.galáctica.bestiário no Oi Futuro, Rio de Janeiro.

 

Luiz Alphonsus
Belo Horizonte MG, 1948
Corte em uma montanha
fotografia

Muda-se para o Rio de Janeiro quando criança e vai para Brasília em 1961, quando dá início a sua carreira artística. Na sua volta ao Rio, juntamente com Cildo Meireles, Guilherme Vaz, participa da Área Experimental do l. A vivência entre a antiga e a nova capital influencia suas obras, que flutuam entre Rio de Janeiro, que seria o cosmo, e Brasília, o cósmico. Em 1969, integra o Salão da Bússola no l. Em 1970, participa da XI Bienal de São Paulo com a instalação Dedicado à paisagem do nosso planeta, recebendo o prêmio de pesquisa. Realiza, em 1977, a individual CORAÇÃO 7/7/77 no l. Em 1975, participa da IX Bienal de Paris com o Super-8 Rio de Janeiro – Brasil e Natureza 1973,  obra em audiovisual. Em 1991, realiza a instalação O OBSERVADOR E O PASSANTE no l, posteriormente, a remonta na exposição Luiz Alphonsus 2005 I 1974 - 31 anos na coleção Gilberto Chateaubriand – Entre o Cósmico e a Cosmos Polis.

 

Paula Trope
Rio de Janeiro RJ, 1962
Falo
impressão em policromia

É formada em cinema pela Universidade Federal Fluminense e Mestre em Técnicas e Poéticas em Imagem e Som pela Universidade de São Paulo. É professora de Fotografia e Artes, tendo feito parte do corpo docente da EAV de 1986 a 1996, onde coordenou o Núcleo de Imagem Técnica. Obteve premiação no Panorama da Arte Brasileira em 1995, no V Programa de Bolsas RioArte em 2000 e no Prêmio CNI-Sesi Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas em 2004. Em 1994, participa da coletiva A Espessura da Luz - Fotografia Brasileira Contemporânea, em Frankfurt, Alemanha. Em 1997, participa da VI Bienal de Havana em Cuba. Em 2001, participa da coletiva Versiones del Sur: Más Allá del Documento no Centro de Arte Reina Sofia em Madri, Espanha. Em 2006, participa da XXVII Bienal São Paulo. Em seu trabalho, assume postura crítica em relação à própria câmera e à prática artística, considerando as características técnicas, formais e institucionais envolvidas.